segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Capricórnio 2012

Para que eu não me esqueça, esta é a previsão do meu signo astrológico para o ano de 2012.

Novos talentos revelam-se
  • Vais inscrever-te numa maratona e querer ficar em forma e ter mais saúde.
  • Dá largas à tua criatividade e aposta na tua veia artística: pintura, fotografia ou escrita.
  • Perto de novembro o teu círculo de amigos vai aumentar. Organiza um jantar para se conhecerem melhor.
  • Solteira? O início da primavera vai fazer-te sentir borboletas no estômago!
  • Comprometida? Vão estar em total sintonia e atravessar uma fase muito positiva desde o início do ano, que vos fará dar um grande passo no verão... espera para ver!
Sente mais prazer
  • A provocação é o teu ponto fraco, por isso faz com que ele te toque em todo o lado exceto nas zonas mais sensíveis. Quando finalmente chegar lá, vais explodir de prazer.
O que procuras num homem
  • És tão ambiciosa na tua vida profissional quanto no amor, e procuras o melhor no sexo masculino: um parceiro com estabilidade na carreira, excelente entre os lençóis e uma ótima companhia.
Não resistes a...
  • Brinquedos tecnológicos. Tens todos os gadjets do momento e estás sempre a par das novidades tecnológicas.

Fonte: Revista Cosmopolitan, janeiro 2012

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

As 5 coisas que as pessoas mais se arrependem de não ter feito...


"Bronnie Ware é uma enfermeira australiana que durante vários anos trabalhou numa unidade de cuidados paliativos para doentes terminais. No seu blog – Inspiration and Chai compilou as cinco coisas que as pessoas à beira do fim mais se arrependem de não ter feito.

Ware afirma que as pessoas «crescem imenso quando confrontadas com a sua mortalidade» e que cada indivíduo passa por uma «grande variedade de emoções», «negação, medo, raiva, remorso, mais negação em eventualmente, aceitação».

Quando questionadas sobre o que gostariam de ter feito de forma diferente em vida, os paciente repetiam os temas com frequência.

Quem me dera ter tido a coragem de viver de acordo com as minhas convicções e não de acordo com as expectativas dos outros
«Este é o arrependimento mais comum. Quando as pessoas se apercebem de que a sua vida esta a chegar ao fim e olham para trás, percebem quantos sonhos ficaram por realizar. (…) A saúde traz consigo uma liberdade de que poucos se apercebem, até a perderem»

Quem me dera não ter trabalhado tanto
«Este era um arrependimento comum em todos meus pacientes masculinos. Arrependiam-se de terem perdido a infância dos filhos e de não terem desfrutado da companhia das pessoas queridas. (…) Todas as pessoas que tratei se arrependiam de terem passado muita da sua existência nos ‘meandros’ do trabalho».

Quem me dera ter tido coragem de expressar os meus sentimentos
«Muitas pessoas suprimiram os seus sentimentos, para se manterem em paz com as outras pessoas. Como resultado disso, acostumaram-se a uma existência medíocre e nunca se transformaram nas pessoas que podiam ter sido. Muitos desenvolveram doenças cujas causas foram a amargura e ressentimento que carregavam como resultado dessa forma de viver».
«Muitas vezes as pessoas só se apercebem dos benefícios de ter velhos amigos quando estão perto da morte e já é impossível voltar a encontrá-los. (…) Muitos ficam profundamente amargurados por não terem dedicado às amizades o tempo e esforço que mereciam. Todos sentiam a falta dos amigos quando estavam às portas da morte».

Quem me dera ter-me permitido ser feliz
«Muitos só perceberam no fim que a felicidade era uma escolha. Mantiveram-se presos a velhos padrões e hábitos antigos. (…) O medo da mudança fê-los passarem a vida a fingirem aos outros e a si mesmos serem felizes, quando, bem lá no fundo, tinham dificuldade em rir como deve ser»."


In: Jornal Sol, 3 fevereiro 2012