segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Lágrimas...

O tempo intensifica a dor e a confusão, mas tem o poder transmutador.
Quando te entregas ao céu, sem apegos e sem condições, o amor é tão luminoso que tu sabes que aquela pessoa te diz respeito.
Aquilo que tu vives com ela é tão próprio, tão bom, tão complementar que tu já não tens medo de perder.
Não tenhas medo de perder uma coisa que não é tua, ninguém é de ninguém.


Por mais que sintas a falta da energia do outro, e de tudo de bom que já experienciaram.
Sente alegria. Sente o amor pela pessoa. Não sintas a confusão e o medo e a depressão.
Tens o mental imensamente aos pulos.
Tens a cabeça e o coração descoordenados.
Sentes essa confusão porque o ritmo está diferente.

"Ele não me vê.. Não saberá que estou assim... Por isso não sentirá"

Não é preciso ver... O amor é muito mais sublime que qualquer coisa que os nossos olhos nos queiram fazer ver, o amor é muito maior e mais perfeito que qualquer imagem que os olhos descodifiquem.
Confia no teu coração!
Não é na cabeça que estas coisas se processam.
É o coração!!! É lá que sentes isso tudo...
Até breve,
Ela*****

1 comentário:

Anónimo disse...

Eis a verdade. Uma verdade que se extravia, quando sinto perder-te na distância que, talvez, nunca deixou de existir entre nós. Ainda hoje sinto a chuva cair, em janelas impossíveis, ao som do fado que embalava noites langues. E não quero acordar.

VS